O impacto económico de um cidadão pode ser afetado, com consequências graves, a qualquer momento, sem aviso prévio.
Se por um lado, a morte prematura leva a que os recursos familiares possam ser seriamente afetados através de uma redução dos rendimentos; por outro lado uma longevidade acrescida pode acrescer custos ao idoso e à sua família. Assim, o seguro de vida é uma forma de prevenção económica destas consequências que podem ser partilhadas ao transferir as responsabilidades para uma Seguradora de Vida.
Seguro de vida não é só para a morte e é importante mesmo para quem não tem dependentes.
Existem diversas vantagens para quem não tem dependentes, como cônjuge, companheiro ou filhos.
A cobertura dos seguros de vida não se refere apenas a morte acidental ou natural. Podem ainda oferecer um conjunto de soluções de coberturas importantes que o próprio segurado pode usufruir em vida, como é o caso de invalidez temporária ou permanente, tanto em caso de acidentes como de doenças.
Poderá ainda usufruir de coberturas de despesas médicas e hospitalares em certas situações, indeminizações em caso de descoberta de doenças graves e antecipação da indeminização por morte em caso de doença terminal.
Perder a habilidade de trabalhar pode ser devastador, principalmente no caso de trabalhadores independentes.
Como escolher o seguro adequado a si?
Deve certificar-se que as coberturas lhe trazem resposta às suas necessidades no momento do imprevisto, por exemplo: pais de menores poderão optar por uma modalidade que os proteja.
Quem pode beneficiar?
A família, perante uma situação de falecimento;
O próprio, perante uma situação de invalidez.
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